Pergunta o miúdo à mãe:
- Ó mãe, o qué um insete ? - Ê cá nã sê, preguntá mana ...! - Ó mana, o qué um insete ? - Pôs nã sê... preguntó pai ...! - Ó pai, o qué um insete ? - Ó mê ganda burre... um insete sã ... Oite !!!... |
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29 dezembro 2021
HUMOR ALGARVIO
24 maio 2019
09 março 2019
08 dezembro 2017
09 dezembro 2014
01 novembro 2014
Putaria.
Mas afinal de contas o que é Putaria?
Sou franco, eu também não o sabia, por tal passei este link AquiTailândia para que os amigos descubram a diferença de uma mulher Puta e a putaria que acontece na Republica das Bananas.


16 outubro 2014
No que dá a crise em Portugal.
NO QUE DÁ A CRISE:
Os padeiros não têm massa
Os padres já não comem como abades
Os relojoeiros andam com a barriga a dar horas.
Os talhantes estão feitos ao bife
Os criadores de galinhas estão depenados
Os pescadores andam a ver navios
Os vendedores de carapau estão tesos
Os vendedores de caranguejo veem a vida a andar para trás.
Os desinfestadores estão piores que uma barata
Os fabricantes de cerveja perderam o seu ar imperial
Os cabeleireiros arrancam os cabelos
Os futebolistas baixam a bolinha
Os jardineiros engolem sapos
Os cardiologistas estão num aperto
Os coveiros vivem pela hora da morte
Os sapateiros estão com a pedra no sapato
As sapatarias não conseguem descalçar a bota
Os sinaleiros estão de mãos a abanar
Os golfistas não batem bem da bola
Os fabricantes de fios estão de mãos atadas
Os coxos já não vivem com uma perna às costas
Os cavaleiros perdem as estribeiras
Os pedreiros trepam pelas paredes
Os alfaiates viram as casacas
Os almocreves prendem o burro
Os pianistas batem na mesma tecla
Os pastores procuram o bode expiatório
Os pintores carregam nas tintas
Os agricultores confundem alhos com bugalhos
Os lenhadores não dão galho
Os domadores andam maus como as cobras
As costureiras não acertam agulhas
Os barbeiros têm as barbas de molho.
Os aviadores caem das nuvens
Os bebés choram sobre o leite derramado
Os olivicultores andam com os azeites
Os oftalmologistas fazem vista grossa
Os veterinários protestam até que a vaca tussa
Os alveitares pensam na morte da bezerra
As cozinheiras não têm papas na língua
Os trefiladores vão aos arames
Os sobrinhos andam "Ó tio, ó tio"
Os elefantes andam de trombas
Os Santos andam surdos...
.... e que outra coisa seria de esperar
de um país onde a crise é cada dia maior?
*Assim se vive em* *Portugal!!!*
| De Portugal_portugalito |
10 outubro 2014
PORTUGAL QUE FUTURO
59 anos de vida, filho de gente humilde, filho da aldeia, filho do trabalho, desde cria fui pastor, matei cordeiros, porcos e vacas, varri oficinas, montei móveis, entreguei roupas, fui vendedor, servi à mesa e ao balcão, fui vendedor de tudo, limpei chãos, comi com as mãos e 'pão que o diabo amassou', bebi águas estagnadas e vinhos azedos, pedi esmola e disso tudo não tenho vergonha, no fim somos da aldeia e porque fomos e seremos assim.
Cresci numa aldeia numa aldeia que pouco mais tinha que gente, trabalho e gente trabalhadora, cresci rodeado de aldeias sem saneamento básico, sem água e sem luz, sem estradas alcatroadas mas sempre com oferta de trabalho árduo e feroz.
Cresci numa aldeia com valores, com gente que se olhavam nos olhos, com gente solidária, com amigos de todos os níveis, com família ali ao lado.
Cresci com amigos que estudaram e outros trabalharam, os que estudaram, muitos à custa de apoios do governo, agora estão desempregados e a queixarem-se de tudo, e também 'por dá aquela palha' reclamam.
Os que trabalharam lá continuam a sua caminhada, a produzir para o país e a pouco se fazem ouvir, apesar de terem contribuído para o apoio dos que estudaram e nada receberam por produzir.
Cresci a ouvir dizer que éramos um país um Vias de Desenvolvimento e...
... de repente éramos já um país Desenvolvido, que depois de entrarmos na União Europeia o dinheiro tinha chagado a 'rodos' e que passamos de probretanas a ricos 'fartazanas'.
Cresci assim apesar de todas as contradições, sem nada e com tudo.
E agora, o que temos nós?
- Um país com duas imagens. A de Lisboa, cidade grandiosa, moderna, com tudo e mais alguma coisa, lugar onde tudo se decide e onde tudo se divide, cidade com passado, presente e futuro.
- Temos então o interior do país, território desertificado, envelhecido, abandonado, improdutivo, esquecido, pisado e velho.
- Um país de vícios, esqueceram-se dos valores, sobrepuseram-se os doutores, não interessa a história, interessa o lugar que ocupas. Não interessa o que defendes, interessa o que prometes. Não interessa como chegaste lá, mas sim o que representas lá. Não interessa os modos como chegaste lá nem tão-pouco o que produziste, interessa o que conseguiste. Não interessa os meios para atingir fins, interessa o que me podes dar, não interessa o meu empenho, interessa o que obtenho (impostos a pagar). Não interessa que critiquem os políticos de nova vaga, interessa é estar lá. Não interessa saber que as associações de estudantes das universidades são os primeiros para a corrupção activa e passiva que prolifera em todos os sectores políticos, interessa é que o meu filhos lá esteja. Não interessa saber que as autarquias tenham gente a mais, interessa é que eu pertença aos quadros eleitorais. Não interessa ter políticos que passem primeiro pelo mundo do trabalho, interessa é que o POVO vá para c......!
- Um país sem justiça, pedófilos que são condenados e dão aulas passados uns dias, pedófilos que por serem políticos são pegados aos ombros e juízes que são enviados para as catacumbas do inferno. Assassinos que matam por trás e que são libertados sete anos por bom comportamento. Criminosos financeiros que escapam por motivos nem ao diabo lembram. Políticos que passam a vida a enriquecer e que jamais têm problemas ou alguém questione tais fortunas. Políticos que desgovernam um país e 'emigram' para Paris com dinheiros que nem sabe de onde veio. Bancos que assaltam um país e que o povo vergado ainda ajuda a salvar. Faço parte de um povo que vê tudo isto e entra no sistema, pedindo favores a toda a hora e alimentando a máquina que tanto critica e chora.
- Um país sem EDUCAÇÃO, 'quem semeia ventos colhe tempestades'. Numa época em que a sociedade global apresenta níveis de exigência altamente sofisticados, em Portugal a educação passou a ser um circo. Não se podem reprovar meninos mimados, não se podem chumbar os malcriados. Os alunos podem bater e os professores nem a voz podem levantar. Entrar na universidade passou a ser obrigatório por causa das estatísticas. Os professores saem com os alunos e alunas, e os alunos mandam nos professores (tu-cá-tu-lá). Ser doutor no final de contas é BANAL.
- Um país que abandonou a produção endógena. Um país rico em solo (celeiro da Europa), em clima e em tradições agrícolas que abandonou sua história. Agora o que conta é ter serviços sofisticados, como se o afamado portátil fosse a salvação do país. Um país que julga que uma mega-fábrica (Auto-Europa) de automóveis dura para sempre. Um país que pensa que o turismo no Allgarve é que dá dinheiro para todos. Um país que abandonou a pecuária, a pesca e agricultura. Um país em que se recebe subsídios porque as cotas de pesca esgotaram. Um país que pisa quem ainda teima em produzir e destaca apenas os engravatados doutores. Um país que proibiu a produção do Queijo da Serra artesanal na década de 90 e que agora dá prémios ao melhor queijo regional. Um país que diz ser o do Pastel de Belém, mas que esquece que tem cabrito de excelência, carne mirandesa maravilhosa, Vindo do Porto fabuloso, Ginjinha, Pastel de Tentugal tentador, Bolo Rei português único no mundo, Vinho da Madeira, Vinho Verde, lacticínios dos Açores e Azeite de Portugal uma das melhores riquezas de sempre para vender. Tanto mais, e tanto mais que sai deste solo, das nossas terras e da nossa história.
- Um país sem gente e a perder a alma LUSA. Um país que investiu forte na formação de um povo, em engenharias florestais, zoo técnicas, ambientais, mecânicas, civis, arquitectura, advocacia. médicos, gestores, economistas e marketing , em cursos profissionais, em tecnologias e em tudo mais e que agora fecha as portas e diz aos formados que emigrem. Um país que está desertificado e sem gente jovem, mas com tanta gente velha e sábia que não tem a quem passar tamanha sabedoria. Um país com jovens empreendedores que desejam ficar mas são obrigados a partir. Um país que tem tanto para dar, mas com o barco da partida abarrotar. Um país sem alma, sem soberania, sem motivação e sem alegria. UM PAÍS GERIDO POR PORCARIA PARA NÃO DIZER MERDA.
E agora, vale a pena acreditar?
Vale, se formos capazes de participar, congregar novos ideais sociais e mudar.
Porquê acreditar?
Porque oitocentos de história construída a pulso, não se destroem em 40 anos.
Porque o solo continua fértil, o mar continua nosso, o Sol continua a brilhar e a nossa alma, aí a nossa alma, essa continua pura e lusitana e cada vez mais fácil de amar, tudo isto porque nasci numa aldeia com valores humanos.
| De Portugal_portugalito |
27 setembro 2014
Não votem nestes FDP
Quando o utente 'infringe' , mesmo que sem culpa, tem a DGCI para defender os interesses da Brisa, da PSP e outras autoridades para apreender viaturas, o FISCO para congelar o IRS, penhorar casas, bens e salários.
No entanto, quando a BRISA infringe? A DGCI também ajuda os utentes vitimas do sistema? A PSP também apreende os bens da BRISA?
Estamos fritos, porque cada vez mais este país é para ricos e fortes, não é para POBRES, a desigualdade da justiça é aberrante, é criminosa, e não é para todos.
O estado e as elites contra o povo comum.
18 julho 2014
30 outubro 2013
Cavaquistão, um lugar real na republica das Bananas mais conhecido por Portugal.
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Não tenho nada a ver se tem pessoas ricas, o que abomino é esses viverem com os sacrifícios dos cidadão comuns que pagam os seus luxos de uma forma sem moralidade humana.
Artigo completo: a-aldeia-do-cavaquistao-artigo-na-integra
12 outubro 2013
06 janeiro 2013
22 dezembro 2012
14 dezembro 2012
06 dezembro 2012
SONHO PORTUGUÊS
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UM SIMPLES SONHO QUE PODERIA MUDAR O CURSO DESTE PORTUGAL QUE ESTÁ MERGULHADO NUMA TRAGÉDIA GREGA.
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| De PORTUGAL_PORTUGALITO |
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